O governador do estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, quer estender para três anos o prazo para liberação da vistoria anual do veículo. Caso a medida seja aprovada pela Conema (Conselho Estadual do Meio Ambiente) deve começas a valer já no ano que vem. Segundo o Detran (Departamento Estadual de Trânsito) a medida é fruto de um estudo que avaliou relatórios técnicos do controle de emissão de gases veiculares, tal estudo comprovou que os veículos novos não causam danos ao meio ambiente, pois possuem níveis de emissão bem abaixo do determinado por lei.

Atualmente já há a liberação da inspeção para veículos com até 2 (dois) anos de uso. Mas o estudo dos relatórios técnicos avaliou que é possível estender ainda mais esse prazo, visto que os carros novos apresentam baixos índices de emissão, mesmo após 3 (três) anos de uso.
A nova medida deve começar a valer já em 2015, ela será válida para veículos zero quilômetros, de uso particular e cuja capacidade seja de até cinco passageiros. Em 2015 portanto devem ser liberados os veículos adquiridos portanto a partir de 2012.
Segundo o presidente do Detran RJ, Fernando Avelino, tal proposta de redução não oferece nenhuma ameaça à segurança veicular ou ao meio ambiente.
A vistoria ainda sim, continuará sendo obrigatória caso haja a necessidade de novo CRV (Certificado de Registro de Veículo), o que acontece nos casos de mudança de endereço, transferência de propriedade, alteração das características ou de categoria do veículo.
Ainda de acordo com a assessoria do governo, a expectativa é de que a proposta seja finalizada tecnicamente, posteriormente ela deve ser apresentada ao Conselho Estadual de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (CONEMA). Espera-se que a medida seja aprovada em breve e que já comece a valer em janeiro do ano que vem, válida apenas para veículos de até cinco lugares, que tenham o uso particular.
Em 2012 os veículos de passeio zero, com um ano de aquisição foram liberados da vistoria anual. Já em 2013 esse prazo se estendeu para veículos com até dois anos. E agora os estudos apontam que esse prazo pode ser maior ainda, de até três anos.
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